Com expectativa de acontecer somente em 2013, o novo concurso  para o Banco Central do Brasil deverá oferecer oportunidades para analista, procurador (nível superior) e técnico (nível médio). A solicitação de concurso já foi encaminhada ao Ministério do Planejamento pelo Presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Lembramos também que o prazo de validade da última seleção já expirou.

Os servidores do Bacen atualmente percebem salários que oscilam entre R$5,2 a R$13,2 mil. A previsão é de que sejam preenchidas, entre 2013 e 2014, 1.850 vagas. A maioria desses postos será para o cargo de Analista, com 1.330 vagas para provimento entre os anos 2013 e 2014. As 520 vagas restantes serão para os cargos de Técnico (400) e Procurador (120).

Em documento encaminhado ao Ministério do Planejamento, no primeiro semestre deste ano, a direção do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (SINAL) deixou bem claro para o Governo Federal que a necessidade de um novo concurso é urgente. Nas palavras do presidente do sindicato, Sérgio da Luz Belsito, “o quantitativo dos recursos humanos que o Bacen dispõe hoje, diminuído das aposentadorias a se concretizarem nos próximos dois anos, sacrificará o órgão de maneira tal que o prejuízo poderá ser irreversível”. O sindicalista aponta que até 2013 haverá “a retirada de 40% dos quadros – para repor os 1.747 aposentandos”, o que “será extremamente arriscado para a habitual eficiência e qualidade dos serviços do Bacen”.

O SINAL também aponta para um fato considerado preocupante: o número de vagas autorizadas nos últimos concursos para o Banco Central tem sido geralmente aquém do solicitado, haja vista o fato de que dos previstos 1.300 analistas que deveriam ser admitidos no período entre 2009 e 2012, apenas 525 foram efetivados, ou seja, 40% das vagas solicitadas, percentual bem abaixo do número de nomeações de outros órgãos federais.

O SINAL prevê que as nomeações provenientes do futuro concurso do Bacen, em 2013, somente poderão ocorrer no início de 2014. Isso acontecerá por conta do “rito que deve ser seguido para um novo processo seletivo”. Tomando como exemplo a última seleção, “a nomeação dos novos analistas ocorreu 19 meses após a decisão de realizar um novo concurso”, conclui a carta da representação sindical encaminhada ao MPOG.

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